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Pitbull: Cuidados e Responsabilidades no Ceará

Entenda a origem, comportamento e legislação sobre a raça no estado.

Autor
Por Redação MQ
Pitbull: Cuidados e Responsabilidades no Ceará
Reprodução/Divulgação
O ataque de um pitbull a seu tutor em Fortaleza reacendeu o debate sobre o manejo e os cuidados com a raça. Especialistas apontam que, apesar da fama, o American Pit Bull Terrier pode ser um companheiro dócil se suas necessidades forem atendidas. Originário do cruzamento entre buldogues e terriers nos Estados Unidos no século 19, o pitbull foi inicialmente criado para caça, mas seu propósito foi desvirtuado para combates. Veterinários ressaltam que a agressividade frequentemente está ligada à criação irresponsável e ao ambiente em que o animal vive, não à natureza da raça. Para uma convivência segura, recomenda-se a adoção de filhotes, facilitando a adaptação à dinâmica familiar. Cães adultos já possuem personalidade formada, o que pode apresentar riscos se tiverem histórico de maus-tratos. A raça exige alta atividade física, idealmente fora de espaços confinados, e contato com outros animais para mitigar instintos predadores. No Ceará, a Lei Estadual nº 13.572, de 2005, restringe a circulação e o porte de pitbulls em vias públicas, permitindo o acesso apenas entre 23h e 4h. A legislação também proíbe a permanência próxima a escolas e hospitais, sob pena de multas e apreensão do animal. Tutores são aconselhados a oferecer carinho, boa alimentação e atividades físicas constantes, essenciais para o bem-estar e comportamento equilibrado do animal. A visão estigmatizada da raça é considerada falsa por especialistas, que enfatizam a importância do tratamento e do ambiente para moldar o comportamento do cão.

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