Com a proximidade das eleições de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral intensificou as medidas de segurança e fiscalização do sistema eletrônico de votação. O secretário de Tecnologia da Informação, Júlio Valente, reforçou que o processo de apuração é descentralizado e permite a conferência pública dos dados desde a seção eleitoral.

A transmissão dos resultados ocorre por canais criptografados, passando por verificações rigorosas de autenticidade antes da totalização final. O sistema conta com dezenas de etapas de auditoria acessíveis a partidos e instituições.

Além da tecnologia, a biometria atua como camada adicional para assegurar a identidade do eleitor. O TSE ressaltou que não há registros de fraudes comprovadas desde a implementação das urnas em 1996, destacando a superioridade do modelo atual em relação ao antigo sistema de cédulas de papel.