A Associação Médica Brasileira (AMB) acaba de lançar uma cartilha essencial para médicos e instituições de saúde. O documento detalha as diretrizes para a aplicação da inteligência artificial (IA) na medicina, baseando-se na recém-publicada Resolução nº 2.454/2026 do Conselho Federal de Medicina (CFM).

A publicação aborda os pontos cruciais da primeira legislação brasileira focada na IA médica, que entrou em vigor com prazo de adequação de 180 dias. Um aspecto central é o reforço de que a IA deve atuar como ferramenta de apoio, sem substituir a decisão clínica e a autonomia do médico.

A cartilha estabelece direitos e deveres claros para os profissionais, incluindo a necessidade de capacitação contínua, uso crítico das ferramentas e a proibição de delegar diagnósticos à IA. Também define a classificação de sistemas de IA por níveis de risco e a obrigatoriedade de adequação à LGPD.


Fonte: Ceará Agora