O Tribunal de Contas da União (TCU) está monitorando de perto a licitação promovida pelo Banco do Nordeste (BNB) para a gestão dos programas Crediamigo e Agroamigo. A análise se intensifica devido a sérias questionamentos sobre os requisitos financeiros e técnicos estipulados nos editais.

Recursos apresentados por empresas do setor apontaram inconsistências nos termos, alegando que as exigências, como capital de giro mínimo de R$ 86,7 milhões e patrimônio líquido mínimo de R$ 52 milhões, podem inviabilizar a participação da maioria das 267 empresas atuantes. Relatos indicam que as atuais gestoras, Camed e INEC, não atenderiam aos critérios.

A falta de propostas válidas pode levar o BNB a renovar os contratos com as empresas atuais. O caso levanta debates sobre a adequação dos critérios estabelecidos e o impacto na continuidade dos importantes programas de microcrédito.


Fonte: CN7