A procura pelo aplicativo e-Título registrou um crescimento expressivo às vésperas do primeiro turno das eleições de 2026. Apenas entre a quinta-feira e a sexta-feira, 2,4 milhões de brasileiros emitiram a versão digital do título eleitoral em todo o país. Com o alto volume de acessos, a ferramenta oficial da Justiça Eleitoral ocupou o topo do ranking dos aplicativos mais baixados nas lojas virtuais Google Play e App Store durante o período.

No primeiro dia do levantamento, na quinta-feira, foram contabilizadas 1.348.926 emissões da plataforma digital. Já na sexta-feira, o sistema registrou mais 1.114.035 emissões até as dezessete horas. Com esses números recentes, o total de brasileiros que possuem o aplicativo instalado nos celulares alcançou a marca de 63.726.220 usuários ativos.

Desenvolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral, o e-Título permite que o eleitor consulte o local de votação e a situação eleitoral pelo celular. A ferramenta também possibilita a emissão de certidões, a justificativa de ausência às urnas e o acesso a outros serviços da Justiça Eleitoral. Quem possui a biometria cadastrada pode utilizar a versão digital como documento oficial de identificação no dia da votação, embora algumas funções possam exigir a confirmação prévia de dados.

Para realizar o primeiro acesso ao aplicativo gratuito, disponível para sistemas Android e iOS, o usuário deve preencher informações como nome completo, data de nascimento, CPF ou número do título de eleitor e nome dos pais. A Justiça Eleitoral orienta que os dados sejam informados exatamente como constam no cadastro oficial, pois divergências em acentos ou sobrenomes podem impedir a validação. Em caso de dados incorretos, a atualização pode ser feita pelo Autoatendimento Eleitoral no site do Tribunal ou diretamente em um cartório eleitoral.

Quem já possui o aplicativo instalado no celular deve verificar se está utilizando a versão mais recente e abrir a plataforma com antecedência para conferir o funcionamento dos serviços. Caso ocorram falhas ou problemas de acesso, a recomendação é realizar a reemissão limpando os dados do programa ou buscar orientação junto ao cartório eleitoral da respectiva região.