Juliette comenta condenação de réu por feminicídio
Influenciadora e amiga da vítima, Juliette Freire se manifesta sobre caso de Clarissa Costa Gomes.
Reprodução/Divulgação
A influenciadora Juliette Freire comentou a condenação de Matheus Anthony Lima Martins Queiroz, sentenciado a 31 anos e 3 meses de prisão pelo feminicídio da enfermeira Clarissa Costa Gomes. O crime ocorreu em julho de 2025, em Fortaleza.
Juliette, que era amiga da vítima, utilizou suas redes sociais para expressar sua indignação e alertar sobre a banalização de discursos misóginos. Em um vídeo publicado no Instagram, a cantora destacou a confissão do réu e a forma como ele minimizou o relacionamento com Clarissa.
"A 'palavra' é aquela que desacredita, que controla, que diminui, mas também as sutis, mascaradas de liberdade de expressão, que vão suavemente legitimando misoginia, o ódio às mulheres", declarou Juliette. Ela ressaltou a importância de combater qualquer discurso que diminua o espaço das mulheres na sociedade, citando o caso de Clarissa como um trágico exemplo.
A influenciadora enfatizou que é preciso não tolerar discursos que justifiquem ou alimentem a violência contra a mulher. Clarissa Costa Gomes, de 31 anos, foi morta a facadas pelo ex-namorado, Matheus Anthony Lima Martins Queiroz, de 26 anos.
O crime, motivado pela não aceitação do fim do relacionamento, chocou familiares e amigos, que relataram não ter tido conhecimento prévio de agressões ou ameaças. O réu foi preso em flagrante e, após julgamento, teve a tese de absolvição rejeitada pelo Tribunal do Júri.
Juliette relembrou a amizade com Clarissa e seu engajamento em movimentos contra o feminicídio. Ela afirmou que seu compromisso na luta por justiça é vitalício e que fará o que estiver ao seu alcance para que casos como o de Clarissa não se repitam.