A Justiça Eleitoral está em contagem regressiva para as eleições de 2026, planejando uma grande operação logística. Cerca de 156,7 milhões de brasileiros irão às urnas para escolher presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ampliou o número de urnas eletrônicas para aproximadamente 560 mil, um aumento em relação às eleições de 2022. A segurança dos sistemas começa em Brasília com auditorias e testes públicos, seguidos pela compilação e lacração dos programas.
Nos cartórios eleitorais, as urnas recebem a carga com a lista de candidatos e eleitores, além de lacres físicos. O sistema é projetado para detectar qualquer tentativa de violação.
A distribuição das urnas abrange os 5.571 municípios brasileiros, utilizando diversos meios de transporte. Em áreas de difícil acesso, como a Amazônia, embarcações e aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) são empregadas para garantir a entrega dentro do prazo.
No dia anterior à votação, as urnas são testadas nos locais de votação. No dia da eleição, antes do início, cada urna emite a zerésima, comprovando que não há votos registrados, assegurando o exercício da democracia.






