Empresa cearense avalia investir em cultivo protegido
F. S. Rocha Pescados e Mariscos demonstra interesse em nova tecnologia agrícola europeia.
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A empresa cearense F. S.
Rocha Pescados e Mariscos, dos irmãos Francisco e Manoel Rocha, está avaliando a possibilidade de investir no cultivo protegido, uma tecnologia europeia que permite a produção de hortifrutis com menor uso de água e sem defensivos químicos. Francisco da Silva Rocha demonstrou simpatia pela iniciativa, destacando o sucesso já observado em regiões como a Chapada da Ibiapaba e o Cariri, onde mais de 600 hectares já produzem tomate e pimentão sob estufas.
Rocha afirmou que, embora veja o potencial do negócio, prefere aguardar mais informações e o resultado de estudos pioneiros que serão realizados por outros empresários. Ele mencionou o projeto de Edilberto Rodrigues, que se associou a uma empresa holandesa para implantar um projeto piloto de cultivo sob estufas, avaliando custos e alternativas técnicas.
O empresário ressaltou a importância de pesquisar os detalhes e ouvir quem já atua na área. Ele explicou que as estufas podem ser cobertas de plástico ou telas, cada uma com suas particularidades em relação à temperatura e circulação de ar, o que exige diferentes adaptações e investimentos.
Em outro tópico, Francisco da Silva Rocha comentou sobre o mercado de pescados e mariscos em Fortaleza, afirmando que o negócio vai bem, com foco no equilíbrio financeiro e na manutenção de relações com fornecedores de alta qualidade. Ele descreveu a empresa como familiar, com crescimento controlado e um estilo de vida modesto.
Por fim, questionado sobre a Copa do Mundo, Rocha evitou palpites, declarando que "ganhará a Copa a seleção mais competente". A notícia também destaca a premiação da tecnologia cearense PavPlus® 2.0, desenvolvida pela Impacto Protensão, que conquistou o primeiro lugar em um concurso na Imperial College, em Londres.