Câncer de Rim: Doença Silenciosa Exige Diagnóstico Precoce
Maioria dos casos de câncer de rim é assintomática nas fases iniciais, sendo descoberta incidentalmente.
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O câncer de rim, na maioria das vezes, não apresenta sintomas em suas fases iniciais, sendo frequentemente identificado de forma incidental durante exames de imagem realizados por outros motivos. No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer estima entre 11 mil e 12 mil novos casos anualmente, com maior incidência em pessoas acima dos 60 anos.
O diagnóstico precoce é crucial, pois o estágio da doença influencia diretamente as opções de tratamento. Em fases iniciais, a cirurgia é a principal abordagem curativa.
Casos selecionados podem ser acompanhados por vigilância ativa ou ablações térmicas, enquanto os mais avançados requerem terapias sistêmicas. Fatores de risco bem estabelecidos incluem tabagismo, obesidade, hipertensão arterial não controlada e sedentarismo.
O controle desses hábitos pode reduzir o risco. Idade, sexo, doença renal crônica e predisposição genética, presente em cerca de 6 a 9% dos casos, também são influenciadores.
Cerca de 60% dos diagnósticos ocorrem incidentalmente. Quando presentes, os sintomas, que geralmente indicam fases mais avançadas, podem incluir sangue na urina, dor lombar ou abdominal, perda de peso inexplicada e fadiga persistente.