Análise Crítica: Técnicos da Seleção Brasileira
Tom Barros discute os méritos e falhas de treinadores históricos da Canarinho.
Reprodução/Divulgação
O colunista Tom Barros, em sua análise desta quinta-feira (11), aborda os aspectos técnicos e as controvérsias envolvendo os treinadores da Seleção Brasileira de futebol. A opinião sobre os comandantes, segundo o autor, é influenciada por subjetividade e preferências clubísticas.
Barros relembra a conquista de 1958, sob o comando de Vicente Feola, e aponta Zagallo como o melhor técnico, destacando sua montagem da equipe tricampeã em 1970. Em contrapartida, o colunista discorda da admiração por Telê Santana na década de 1980, considerando seu trabalho na Seleção Brasileira um fracasso por não ter conquistado títulos, apesar de comandar um time repleto de craques.
O texto também menciona Flávio Costa como um técnico complicado em 1950, cujo autoritarismo teria gerado problemas com jogadores. Embora não tenha acompanhado seu trabalho diretamente, Barros se baseia em depoimentos de craques como Leônidas da Silva e Nilton Santos, que previram a derrota do Brasil na Copa de 1950 sob seu comando.
Uma reportagem de 2012, citada na coluna, detalha a arrogância de Flávio Costa, descrevendo-o como uma figura central no futebol brasileiro, com poder excessivo na CBD. Entrevistas indicam que Costa nunca demonstrou arrependimento por suas atitudes ou pelos desentendimentos com jogadores renomados.
Apesar de seu temperamento, Flávio Costa obteve sucesso em clubes, conquistando títulos pelo Vasco e Flamengo, incluindo o Sul-Americano de Clubes em 1948 e a Copa América pela Seleção Brasileira em 1949. No entanto, sua passagem deixou uma marca de um temperamento prejudicial.