A Polícia Civil de São Paulo está investigando a morte da terapeuta Gabriela Moura, de 31 anos, ocorrida após complicações durante um procedimento de coleta de óvulos em uma clínica na zona sul da capital paulista. O caso, que aconteceu em fevereiro, ganhou repercussão nesta semana.

Registros médicos indicam que a equipe notou uma alteração grave durante o atendimento. O anestesista constatou ausência de pulso, iniciando manobras de reanimação.

Gabriela chegou a ser estabilizada, mas sofreu novas paradas cardíacas. Após sete dias internada em um hospital particular, a terapeuta não resistiu.

O corpo foi levado para Teresina (PI), sua cidade natal, onde foi sepultado. A família contesta a demora na emissão do laudo do Instituto Médico Legal (IML).

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo aguarda um exame toxicológico para finalizar o laudo necroscópico. Os médicos envolvidos já prestaram depoimento.

A clínica Genics lamentou o ocorrido e afirmou estar colaborando com as investigações. O caso é semelhante a outra morte suspeita de uma juíza em Mogi das Cruzes (SP), também após coleta de óvulos.