Pregão do Agroamigo sem vencedores repercute no TCU
Nenhuma das onze empresas apresentadas possuía a certificação exigida para operar o programa de microcrédito.
Um revés inesperado marcou o pregão para a operação do microcrédito Agroamigo, gerando atenção do Tribunal de Contas da União (TCU). O processo licitatório, promovido pelo Banco do Nordeste (BNB), encerrou-se sem que um único participante fosse considerado habilitado para assumir a gestão.
O motivo central foi a falta de certificação no Programa Nacional do Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO) entre as onze empresas que se apresentaram. Apesar de 267 instituições possuírem a qualificação necessária, nenhuma delas compareceu à disputa. Curiosamente, o atual gestor, o Instituto Nordeste Cidadão (INEC), também optou por não concorrer.
Diante do cenário, o BNB poderá informar ao TCU a realização da licitação, buscando alternativas para a continuidade do Agroamigo. A renovação do contrato com o INEC desponta como uma possibilidade viável. As empresas que se inscreveram atuam em setores diversos como limpeza, contabilidade e engenharia, mas nenhuma no segmento de microcrédito.
Fonte: CN7