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Morar sozinho no Brasil: um retrato do aumento de domicílios unipessoais

Pesquisa Nacional revela crescimento significativo de pessoas vivendo sozinhas, enquanto arranjos familiares tradicionais diminuem.

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Por Redação MQ
Morar sozinho no Brasil: um retrato do aumento de domicílios unipessoais
Reprodução/Divulgação

Um levantamento recente aponta para uma mudança social expressiva no Brasil: o número de pessoas que optam por morar sozinhas cresceu consideravelmente.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) 2025 indica que os domicílios unipessoais alcançaram 19,7%, um salto expressivo desde os 12,2% registrados em 2012. Embora o arranjo nuclear familiar ainda seja o mais comum (65,6%), sua predominância também diminuiu.

A pesquisa detalha ainda que entre os homens que moram sós, a maioria está na faixa etária de 30 a 59 anos, enquanto entre as mulheres, a maior parcela tem 60 anos ou mais. Observou-se também um aumento na proporção de imóveis alugados e uma ligeira queda nas casas em favor de apartamentos.


Fonte: Ceará Agora

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