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Morte de Cidadão Americano por Agentes Federais Gera Indignação em Minneapolis

Vídeos registram sequência de eventos que contradiz versão oficial durante protesto anti-imigração.

Por Redação MQ | Publicado em: 25/01/2026 às 21:22
Morte de Cidadão Americano por Agentes Federais Gera Indignação em Minneapolis

A morte a tiros de Alex Pretti, um cidadão americano de 37 anos e enfermeiro de UTI, por agentes federais durante um protesto contra as políticas de imigração em Minneapolis, desencadeou forte comoção. O incidente, o segundo em poucas semanas envolvendo mortes causadas por oficiais de imigração, ocorreu sob o olhar de câmeras de celular, cujas filmagens logo vieram a público, gerando questionamentos sobre a conduta dos agentes envolvidos, que foram posteriormente transferidos.

As filmagens, capturadas de diversas perspectivas, mostram Alex Pretti segurando apenas um celular, interpondo-se entre manifestantes e um agente. Após ser atingido por spray de pimenta e derrubado, ele foi imobilizado. Contradizendo a alegação da secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, de que Pretti reagiu violentamente e os disparos foram em legítima defesa, os vídeos revelam que a arma do manifestante foi retirada de sua cintura por um agente enquanto ele já estava no chão e imobilizado. Segundos depois, outro agente abriu fogo, disparando dez tiros contra Pretti.

A comunidade de Minneapolis, desafiando temperaturas extremas, prestou homenagens a Alex, deixando flores e mensagens que expressavam indignação, como “isso não é a américa” e “ele deu a vida para proteger a nossa liberdade”. Em um contexto de uma das maiores operações de imigração na história do país, liderada pela administração do presidente Donald Trump e envolvendo cerca de 3 mil agentes federais, a morte de Pretti intensificou a revolta local. O governador e o prefeito de Minneapolis, ambos da oposição, entraram com ação judicial para a retirada dos agentes, enquanto o governo estadual acusa as autoridades federais de obstruir o acesso à cena e às evidências do crime.


Fonte: G1

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