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Policial

Enfermeiro Acusado de Matar Pacientes em UTI no DF com Injeções Tóxicas

Polícia do DF investiga crimes chocantes cometidos por técnico de enfermagem e duas cúmplices em hospital.

Por Redação MQ | Publicado em: 25/01/2026 às 22:45
Enfermeiro Acusado de Matar Pacientes em UTI no DF com Injeções Tóxicas

A Polícia Civil do Distrito Federal investiga uma série de crimes hediondos ocorridos em um hospital local, onde um técnico de enfermagem é acusado de assassinar três pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Marcos Vinicius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos, está preso sob a acusação de injetar cloreto de potássio, uma substância controlada, e desinfetante diretamente nas veias das vítimas, causando paradas cardíacas sucessivas e fatais. As investigações, que contaram com o acesso do programa Fantástico a relatórios periciais e imagens de segurança, revelam um cenário de horror.

A perícia detalha que Marcos Vinicius utilizava senhas de médicos para registrar a prescrição de medicamentos não indicados e aplicava as substâncias letais. Mesmo diante de médicos e familiares, ele continuava os procedimentos que culminavam nas mortes. As vítimas identificadas são Miranilde Pereira da Silva, de 75 anos, João Clemente Pereira, de 63 anos, e o carteiro Marcos Raymundo Moreira. Duas outras técnicas de enfermagem, Marcela Camilly Alves da Silva e Amanda Rodrigues de Sousa, também estão presas, acusadas de cumplicidade por presenciar os atos criminosos e não intervir.

As justificativas de Marcos Vinicius para os crimes, como “aliviar a dor dos pacientes” ou o “hospital estar movimentado”, foram consideradas implausíveis pela polícia, que busca o real motivo dos assassinatos em série. O Hospital Anchieta repudiou veementemente os atos, classificando-os como conduta individual criminosa, enquanto o Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal expressou preocupação com a generalização, defendendo a ética da maioria dos profissionais. O inquérito corre sob sigilo, mas as prisões e as evidências expõem uma grave falha na segurança hospitalar e uma chocante violação de confiança.


Fonte: G1


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