A dois dias do primeiro turno das eleições, um levantamento aponta que ao menos sete estados e o Distrito Federal podem definir novos governadores logo nesta etapa inicial da disputa. Em outros territórios, os números indicam a possibilidade de encerramento do pleito no domingo, embora o cenário exija cautela. Para as demais unidades federativas, a expectativa permanece voltada para o dia 25 de outubro, data estipulada para o segundo turno.
O mapeamento considera as últimas pesquisas divulgadas por institutos especializados, contemplando apenas postulantes que registram 46% ou mais das intenções de voto. Nos cenários mapeados no Amapá, Distrito Federal, Goiás, Paraíba, Piauí, Roraima, São Paulo e Santa Catarina, os dados revelam ampla vantagem dos líderes sobre os demais concorrentes.
Além de superarem a marca de 46% da preferência do eleitorado, os nomes destacados nestes estados acumulam margem superior a 15 pontos percentuais de vantagem em relação ao segundo colocado. Figuram com forte favoritismo candidatos que ultrapassam a marca de 50% das intenções de voto nas sondagens.
No Amapá, Dr. Furlan lidera com 59%, seguido por Clécio com 38%. No Distrito Federal, Celina Leão soma 47% ante 26% de Leandro Grass. Goiás registra Daniel Vilela com 46% contra 19% de Wilder Moraes. Na Paraíba, Lucas Ribeiro aparece com 49% e Efraim Filho com 16%. O Piauí aponta Rafael Fonteles com 64% e Joel Rodrigues com 24%. Roraima indica Arthur Henrique com 62% e Soldado Sampaio com 28%. Em São Paulo, Tarcísio pontua com 53% e Fernando Haddad com 38%. Santa Catarina tem Jorginho Melo com 49% e João Rodrigues com 15%.
O levantamento aponta ainda que Alagoas, Bahia e Ceará apresentam chances de definir os governadores já no domingo, marcados por forte polarização entre dois nomes. Em Alagoas, Renan Filho registra 47% e JHC soma 44%. Na Bahia, Jerônimo Rodrigues tem 47% e ACM alcança 43%. No Ceará, Elmano de Freitas aparece com 48% e Ciro Gomes com 41%.
Por fim, Pernambuco apresenta cenário de empate numérico entre dois candidatos que pontuam com dois dígitos, o que também pode influenciar o ritmo da apuração. A legislação eleitoral estabelece que, para vencer no primeiro turno, o candidato precisa alcançar mais da metade dos votos válidos, excluídos os brancos e nulos.






