Fortaleza registrou 2.593 atendimentos por picada de escorpião até julho de 2026, alcançando uma média de 370 casos por mês. Os dados, fornecidos pelo Centro de Informação e Assistência Toxicológica do Instituto Dr.

José Frota, indicam um aumento de 40% em relação à média mensal do ano anterior. O mês de julho deste ano concentrou o maior volume de ocorrências, com 445 registros.

O aumento da presença desses animais nos lares é comum entre agosto e setembro, período de reprodução da espécie. Para prevenir acidentes, especialistas recomendam manter quintais limpos, telar ralos e verificar roupas e calçados antes do uso.

Em caso de picada, a orientação é lavar o local com água e sabão e buscar atendimento médico imediato em qualquer unidade de saúde pública. É contraindicado realizar torniquetes, aplicar substâncias caseiras ou perfurar o local do ferimento.