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Policial

Justiça nega liberdade a policial presa por morte de PM

TJCE mantém prisão de soldado indiciada por participação em homicídio qualificado.

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Por Redação MQ
Justiça nega liberdade a policial presa por morte de PM
Reprodução/Divulgação
A Justiça do Ceará negou o pedido de habeas corpus em favor da soldado Júlia Natália Girão Gomes, indiciada por participação na morte do PM Raphael Sampaio da Silva. A decisão, proferida pela desembargadora Andréa Mendes Bezerra Delfino, relatora do caso, manteve a prisão preventiva da policial. A defesa argumentou que Júlia é mãe de uma criança de quatro anos, buscando a substituição da prisão preventiva por domiciliar. No entanto, a magistrada afastou essa possibilidade, citando a gravidade do crime e o fato de a acusada ser policial militar, o que torna o modus operandi ainda mais reprovável. Elementos do inquérito policial apontam para a participação de Júlia no homicídio, incluindo a insistência na troca de plantão por R$ 50 e indícios de mentiras em interrogatório. A investigação sugere que a morte do PM foi premeditada e envolveu a destruição do cadáver. A defesa informou que irá recorrer da decisão ao TJCE e também impetrará um novo habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Júlia e o marido, também indiciado, responderão por homicídio qualificado, supostamente praticado por motivo fútil devido a um relacionamento extraconjugal entre Júlia e a vítima.

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