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PGR e TSE priorizam combate a facções e deepfakes

Eleições de 2026 terão foco em impedir influência do crime organizado e notícias falsas.

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Por Redação MQ
PGR e TSE priorizam combate a facções e deepfakes
Reprodução/Divulgação
A pré-campanha para as eleições de 2026 já aponta para o enfrentamento de facções criminosas e o combate às deepfakes como prioridade. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, destacou que esses serão desafios centrais para a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Justiça Eleitoral. Gonet afirmou que qualquer indício de uso de deepfake durante o processo eleitoral exigirá atuação imediata das autoridades. A sofisticação das ferramentas de inteligência artificial torna a vigilância permanente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e da PGR essencial. Outra preocupação é a influência de facções criminosas. Há relatos de regiões onde candidatos enfrentam dificuldades para realizar campanhas devido à atuação do crime organizado. Paulo Gonet ressaltou que tais situações devem ser investigadas e punidas como abuso de poder. As investigações sobre a influência de grupos criminosos nas eleições, iniciadas em 2022 e aprofundadas em 2024, se tornam um dos principais alvos do TSE, Ministério Público Eleitoral, Polícia Federal e Polícias Civis em 2026. O mapeamento de grupos que buscam eleger 'infiltrados' é um desafio constante. A classificação de organizações criminosas brasileiras como grupos terroristas pelos Estados Unidos também eleva a pressão por ações coordenadas. Gonet avalia que a medida pode fortalecer a cooperação internacional no combate às facções e à ameaças à segurança pública e ao processo eleitoral.

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