Caso Orelha: Sem imagens, mas polícia aperta cerco contra filhos de ricos!
Polícia de SC admite falta de imagens diretas da agressão ao cão Orelha, mas cerco se fecha: famílias de suspeitos são indiciadas por coação de testemunha-chave!
Apesar da comoção nacional, o brutal 'Caso Orelha' ganha um novo e intrigante capítulo. O delegado Renan Balbino, responsável pela investigação, confirmou neste domingo (1º) ao Fantástico que não existem imagens diretas dos adolescentes agredindo o cachorro comunitário Orelha, que foi morto em Praia Brava, Florianópolis. A informação, corroborada pela delegada Mardjoli Valcareggi, indica que a polícia se baseia em 'indícios convergentes' para suspeitar de quatro jovens.
Mesmo sem o vídeo da agressão, a Polícia Civil não recua. Mais de 20 testemunhas foram ouvidas, quase mil horas de gravações de câmeras de segurança estão sob análise e os celulares dos acusados foram apreendidos. Paralelamente, a trama se complica com o indiciamento dos pais e do tio de dois dos adolescentes por coação de testemunha. Eles são suspeitos de tentar intimidar um porteiro que havia denunciado o grupo, adicionando uma camada de gravidade ao já chocante caso.
Orelha, um vira-lata de 10 anos amado pela comunidade, teve que ser eutanasiado devido à gravidade dos ferimentos. As investigações agora se ramificam em cinco frentes: a morte de Orelha, agressões a outro cão (Caramelo), depredação de quiosque, ameaça ao porteiro e a coação. A polícia descarta, por enquanto, desafios de internet como motivação, focando nas evidências coletadas e na conduta dos envolvidos, incluindo as famílias que, em vez de colaborar, teriam tentado calar uma testemunha.
Fonte: Diário do Nordeste